terça-feira, 3 de julho de 2018

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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Tomemos Cuidado


Tomemos Cuidado

Há mais um ponto que o leitor deveria considerar com respeito a toda esta questão. Este tipo de ensino frequentemente manifesta-se num contexto de um hospedeiro de outras más doutrinas. Aqueles que geralmente ensinam que a Igreja deva passar pela tribulação muito frequentemente não são claros quanto à eterna segurança do crente. Muitos não aceitam o lugar dado por Deus às mulheres na Igreja. Nem entendem a verdade da Igreja e de um só corpo como sendo o terreno de comunhão para todos os Cristãos, etc. Perguntamos, “Deveríamos confiar no ensino de alguns neste ponto [de se a Igreja irá passar pela tribulação] quando eles são tão frequentemente distorcidos sobre muitas outras doutrinas Bíblicas?” Certamente isso deveria ser um aviso para nós tomarmos cuidado. Especialmente porque a luz das Escrituras que temos nos ocupado no mostra que a Igreja não irá passar pela tribulação.
Vamos agir assim; “ponde tudo à prova, retende o que é bom [o correto – JND](1 Ts 5:21 - ATB).

A Ideia do Arrebatamento Parcial


A Ideia do Arrebatamento Parcial

Embora alguns Cristãos acreditem na ideia de um Arrebatamento parcial, isso é tão absurdo que não é necessário que comentemos sobre isto. Poderíamos imaginar o Senhor levando só uma parte de Sua noiva para o céu? O que faria no céu com metade de uma noiva? Como poderia acontecer as bodas do Cordeiro com a presença de só metade da noiva? De qualquer forma, que Escritura existe para isto?

3) Mateus 24:29-31


3) Mateus 24:29-31

Outra Escritura que é usada está em Mateus 24:29-31. “E, logo depois da aflição daqueles dias, o Sol escurecerá, e a Lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; e todas as tribos da Terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E Ele enviará os Seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os Seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.” É ensinado que a vinda do Senhor nesta passagem se refere ao Arrebatamento. Consequentemente, eles estabelecem o tempo do Arrebatamento como sendo “imediatamente após a tribulação”. Eles concluem que a Igreja, portanto, deverá ter que passar pela tribulação.
O problema aqui é que os que têm esta ideia claramente não entendem a distinção entre o Arrebatamento e a Aparição de Cristo.
Primeiro de tudo, na Bíblia a vinda do Filho do Homem nunca é mencionada como sendo o Arrebatamento. O Arrebatamento é a vinda do Senhor para os Seus e a vinda do Filho do Homem é a vinda do Senhor com os Seus em Sua Aparição. O Arrebatamento é um mistério que não era conhecido até que foi revelado pelo apóstolo Paulo (1 Co 15:51-52). A vinda do Filho do Homem é algo que era conhecido pelos santos do Velho Testamento porque os profetas falaram disto (Dn 7:13-14). O Filho do Homem é um título que o Senhor toma quando vier para julgar o mundo. No Arrebatamento o Senhor não está vindo para julgar o mundo, mas para levar Sua noiva ao céu. O fato de que o título de Filho do Homem ser usado em Mateus 24:29-31 deve mostrar que Sua vinda, nessa passagem, não era o Arrebatamento.
Em segundo, no Arrebatamento o Senhor não envia Seus anjos para ajuntar Seus santos [a noiva] como falam estes versículos; Ele próprio vem para tomar Sua Igreja para Si mesmo (1 Ts 4:16; 2 Ts 2:1).
Em terceiro, a trombeta soada aqui não é a trombeta de Deus que é citada no Arrebatamento, mas a de Is 27:13; Sl 81:3, etc.
Por último, os eleitos aqui não são a Igreja, mas os eleitos de Israel (Mt 24:24; Is 45:4, 65:9; Ap 7:1-8; Rm 11:28, etc.).

2) Apocalipse 11:15


2) Apocalipse 11:15

Outra Escritura alegada para provar que a Igreja deva passar pela tribulação é Apocalipse 11:15. “E tocou o sétimo anjo a trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre.” Este versículo mostra que quando a sétima e última trombeta tocar no fim da tribulação, o Senhor aparecerá e tomará posse dos reinos deste mundo por meio de julgamento. A suposição é de que “a sétima trombeta” é a que é falada no Arrebatamento (1 Ts 4:15-18; 1 Co 15:51-52). Portanto, a Igreja estará na Terra para passar pelos juízos da tribulação (Ap 6-11) precedendo a sétima trombeta. É ensinado que a Igreja será levada para encontrar o Senhor nos ares, assim que Ele vem do céu para julgar o mundo.
Esta interpretação é muito problemática, porque a Palavra de Deus ensina que uma série de coisas deve acontecer desde o tempo em que a Igreja é levada para o céu até quando o Senhor voltar para julgar o mundo, como Apocalipse 11:15 mostra. Seria impossível de elas acontecerem no curto momento que esta interpretação permite. Após tomar Seu povo para o céu no Arrebatamento, o Senhor irá fazê-los sentar à Sua mesa onde os servirá com gozo e felicidade celestial indizível (Lc 12:37). Então o trono de julgamento de Cristo será estabelecido e a vida dos crentes irá passar em revisão e eles serão galardoados (2 Co 5:10 etc.). Os santos também terão um tempo de louvar a Deus e o Senhor Jesus Cristo em volta do trono no céu. Neste momento eles depositarão suas coroas aos Seus pés em humilde adoração a Ele (Ap 4-5). Então, terá lugar as bodas do Cordeiro, seguida pela ceia que encerrará as bodas (Ap 19:7-9). Essas coisas todas devem ter lugar depois de o Senhor levar Seu povo para o céu no Arrebatamento e antes de Ele retornar em Sua Aparição, quando julgará o mundo. Não seria possível acontecer estas coisas se os santos fossem levados aos ares e, então, imediatamente trazidos de volta com o Senhor em Sua Aparição.

1) 2 Tessalonicenses 2:2-3


1) 2 Tessalonicenses 2:2-3

“Não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o Dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição”. Isto tem sido interpretado como significando que o dia do Senhor vindo para Sua Igreja [o Arrebatamento], não se dará até que o anticristo e a grande apostasia na tribulação tenham se manifestado.
Isto é um erro por duas razões. Primeiro, é um grande engano supor que “o dia do Senhor” é o Arrebatamento. A Escritura não diz assim. Há pelo menos 20 principais referências ao “dia do Senhor” na Palavra de Deus. Algumas delas se referem ao seu começo na Aparição de Cristo (2 Ts 2:2; 2 Pe 3:10; 1 Ts 5:2, etc.). Outras referências são uma advertência de ele estar “perto.” Sinalizado pelo ataque do Rei do Norte, o que acontecerá logo antes do seu começo (Jl 1:15, 2:11; Sf 1:7-20; Zc 14:1-2, etc.). Mas nenhuma delas se refere ao “dia do Senhor” como sendo o Arrebatamento! É uma presunção falar assim e isto deriva de não se pesquisar a Escritura cuidadosamente (At 17:11).
O “dia do Senhor” é o dia de julgamento que começa na Aparição de Cristo, aproximadamente sete anos depois do Arrebatamento, no final da tribulação. É o tempo quando Cristo irá publicamente intervir nos caminhos do homem na Terra, afirmando Seu poder universal e autoridade sobre o céu e a Terra. Irá se estender por 1.000 anos (2 Pe 3:8-10), isto é, pelo Milênio. O Arrebatamento, entretanto, nunca é visto como um dia de julgamento, mas antes, o tempo quando o Noivo e a noiva são alegremente unidos.
Agora com este entendimento sobre “o dia do Senhor,” podemos ver que o apóstolo Paulo estava dizendo em 2 Ts 2:2-3. Ele mostra aos Tessalonicenses que “o dia do Senhor” não poderia estar próximo deles, pois o anticristo e a grande apostasia tinham que acontecer antes. Paulo não está nem mesmo falando do Arrebatamento neste versículo.
É muito surpreendente o quanto este versículo é aplicável aos nossos dias embora tenha sido escrito há quase 2.000 anos. Falsos mestres estão novamente em ação propondo o mesmo mal que estava aborrecendo os Tessalonicenses. E estão usando os mesmos três métodos que tinham sido usados nos dias de Paulo!
Primeiro, “por espírito” (v. 2); os falsos mestres reivindicavam que tinham recebido uma revelação espiritual dada a eles.
Segundo, “por palavra” (v. 2); estavam aplicando erradamente a Escritura do Antigo Testamento para apoiar seus ensinamentos.
Por último, “por epístola, como que de nós” (v. 2); isto é, eles, na realidade, tinham ido tão longe a ponto de produzir uma epístola com suas ideias errôneas nela e reivindicando que eram de Paulo.
Assim é hoje, os que ensinam essas doutrinas erradas também reivindicam que receberam isso por meio de alguma revelação especial de Deus. Estão também tentando usar as Escrituras para apoiar suas ideias e estão usando o ministério de Paulo [tal como 2 Ts 2:2-3] e ensinando que Paulo ensinava que a Igreja deveria passar pela tribulação. Isto em princípio, é o mesmo que aqueles mestres daquele tempo fizeram; usar o nome de Paulo e colocá-lo em seus falsos ensinamentos. Tentam fazê-lo dizer algo que Paulo nunca disse. Esta é a razão de ele mencionar no final de sua epístola, que ele escreveu a saudação de próprio punho, assim nenhum engano poderia ocorrer (2 Ts 3:17).
A outra razão porque essa aplicação é errônea, é que ela destrói a iminência da vinda do Senhor. A vinda do Senhor [o Arrebatamento] está sempre presente na Escritura como algo que poderia acontecer a qualquer momento. Os que pensam que a Igreja deva passar pela tribulação zombam da ideia de que Ele poderia vir hoje, porque pensam que isto é uma violação direta de sua interpretação de 2 Ts 2:2-3. Entretanto, Paulo e os outros apóstolos encorajavam os santos da época a aguardar a vinda do Senhor! Eles se esforçavam para colocar a proximidade da vinda do Senhor diante da Igreja de modo que isto seria uma esperança presente. Estão essas pessoas dizendo que os apóstolos estavam errados em fazer isso? Paulo disse, “Mas a nossa cidade [ou cidadania] está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o Seu corpo glorioso” (Fl 3:20-21). Ele também disse, “Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá, e não tardará” (Hb 10:37). “Porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. A noite é passada, e o dia é chegado.” (Rm 13:11-12) “Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia” (1 Co 7:29). “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares” (1 Ts 4:16-17). Neste último versículo, Paulo se coloca entre os que estão esperando pela vinda do Senhor, quando diz “nós” [Veja também 1 Co 15:51-52 – “nós”]. Isso era algo que ele esperava mesmo naqueles dias do início da Igreja. Tiago também, disse, “Porque a vinda do Senhor está próxima.” (Tg 5:8) Pedro disse, “Eis que já está próximo o fim de todas as coisas” (1 Pe 4:7). João disse, “Filhinhos, é já a última hora” (1 Jo 2:18). Isto mostra que os apóstolos ministraram de um tal modo que colocavam, diante deles, a vinda do Senhor como algo que poderia ocorrer durante o tempo de suas próprias vidas.
Ensinar que alguns eventos devam acontecer antes que o Senhor venha, tais como, a ascensão do anticristo e os horrores da tribulação, seria uma direta contradição aos ensinos dos apóstolos. Destruiria a iminência da “bendita esperança” (Tt 2:13 - ARA). Certamente a Escritura não ensinaria algo em um lugar e contradiria isso em qualquer outro lugar.
Tirando essa “bendita esperança” da Igreja irá fazer com que nos acomodemos neste mundo. Isto é exatamente o que acontece numa grande medida. É essencialmente dizer, “O meu Senhor tarde virá” (Mt 24:48). Por esta mesma razão, o próprio Senhor Jesus nunca nos disse quando iria retornar. Mas disse, “Certamente cedo venho” (Ap 22:20).
O teste para todo ministério é, “Ele ocupa o coração com Cristo?” Esse tipo de ensino errôneo faz qualquer coisa, menos isto! Ao invés de esperar pela vinda de Cristo, leva os santos a esperar pelas coisas em volta no mundo – pelo anticristo, etc. A Igreja é para estar esperando a vinda de Cristo, não a vinda do anticristo.

Três Escrituras Usadas Para Dar Suporte ao Erro de que a Igreja Irá Passar Pela Tribulação


Três Escrituras Usadas Para Dar Suporte ao Erro de que a Igreja Irá Passar Pela Tribulação

Num esforço de ser de ajuda para alguém que ainda possa ter tido dificuldade neste ponto, selecionamos três principais Escrituras que têm levado alguns a crer erroneamente que a Igreja irá passar pela tribulação. Em cada uma dessas passagens nosso desejo é mostrar, com a ajuda do Senhor, como o erro ocorreu e qual o verdadeiro significado da passagem. Cremos que a maior parte da confusão sobre este ponto tem se originado de Cristãos que leram as Escrituras sem cuidado e sem estar em oração. São estes os exemplos:

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